SOFTWARES ESPECIALIZADOS EM FRANQUIAS
27
JAN
2017
Tendências 2017 para o mercado de franquias e um balanço do ano de 2016
Executivos da Solutto fazem balanço 2016 e apontam boas perspectivas para o segmento de franquias neste novo ano

Em entrevista, o diretor comercial Gilberto Mendes e o diretor de tecnologia e implantação Erick Vils, ambos executivos da Solutto, falam sobre como as franquias sobressaíram-se diante da forte crise de 2016, apresentam as principais tendências e inovações em tecnologia para este mercado e dão dicas de como franqueadores e franqueados podem se manter à tona neste novo ano. Confira!

  1. Como foi o ano de 2016 para o mercado de franquias?

Gilberto Mendes - Foi um ano muito difícil para o varejo, mas as franquias conseguiram lidar melhor com as dificuldades do que o varejo tradicional. Os franqueadores tiveram uma demanda maior de candidatos à franquia com um perfil profissional mais qualificado do que o usual, pois muitos são ex-executivos, advindos de empresas que perderam seus empregados tradicionais na iniciativa privada. Grande parte destes candidatos qualificados, no entanto, adiaram seus investimentos por conta das incertezas do mercado.

Por outro lado, a crise proporcionou certas vantagens: esses franqueadores conseguiram ajudar seus franqueados nas negociações junto aos shoppings e proprietários de imóveis, no sentido de reduzirem valores de aluguel para a nova realidade.

 

  1. Quais foram as alternativas mais eficientes encontradas pelo segmento para driblar a severa crise de 2016?

Gilberto Mendes - A crise deu uma chacoalhada em todos os franqueadores e franqueados. As redes que mais se beneficiaram foram as que o franqueador tomou as rédeas do processo. Essas redes aproveitaram o momento para ouvir seus franqueados, mapear as oportunidades de melhoria e pontos de correção e começaram um projeto de colocar resultados em prática a quatro mãos (franqueador e franqueados).  As redes que se omitiram diante do que está ocorrendo no país, ou deixaram o pessimismo tomar conta delas, estão com muita dificuldade para se recuperarem. Os principais sucessos estão na criação de formatos mais enxutos para novas unidades, na revisão de processos e mix de produtos e serviços. Ao analisarem com mais calma o que estava dando certo ou errado, perceberam que havia desperdícios em alguns processos, contratos mal negociados em alguns pontos comerciais, produtos do mix que estavam dando pouco resultado e muito ruído, entre outros casos.  

 

  1. Como a Solutto contribuiu para que seus clientes pudessem superar os obstáculos em 2016?

Erick Vils - Fomos demandados por algumas redes para criarmos uma solução de software específica para food trucks ou unidades bem pequenas, pois algumas marcas, que são nossas clientes, criaram modelos para microempreendedores enquadrados no MEI (Microempreendedor Individual). Com isso, lançamos a versão do nosso software de ponto de venda, que requer apenas um tablet na unidade, reduzindo custo de implantação e treinamento da loja, além de ter a mensalidade inferior aos demais softwares do nosso portfólio.

No segundo semestre de 2016, também lançamos uma solução para gestão de boletos que foi capaz de reduzir drasticamente o tempo gasto para emitir, conciliar e cobrar por meio de boletos bancários. Por exemplo, ela é capaz de enviar SMS e e-mails de cobrança para ajudar no recebimento de boletos, reduzindo a inadimplência. Em paralelo, ainda conseguimos fazer com que as redes pudessem negociar tarifas por boleto bancário em lote, ou seja, proporcional ao volume de boletos emitidos por todas as unidades. Houve também uma demanda por números e análises, nas quais os indicadores e painéis de gestão fornecidos pela Solutto ajudaram vários franqueadores na definição de produtos mais rentáveis e no ajuste do mix de produtos. Algumas redes implementaram centrais de compra com preço negociado em grupo e tiveram ganhos operacionais ao implementarem nossa solução de central de compras. Outro caso de sucesso foi o módulo de Universidade Corporativa, utilizado pelas redes para melhorar o treinamento dos colaboradores. A Vezpa Pizzas, por exemplo, conseguiu obter resultados fantásticos em diversos aspectos de atendimento, gestão e rentabilidade por meio da utilização desse módulo.

 

  1. O que o mercado de franquias pode esperar para 2017?

Gilberto Mendes - Será provavelmente mais um ano duro para o varejo, mas com oportunidades para os modelos de negócio que tinham um grande peso dos seus resultados associados ao custo de ocupação alto (aluguel + condomínio). As oportunidades existem nos pontos comerciais mais baratos e agora com menos concorrentes aventureiros, que não sobreviveram ao ano de 2016. Algumas marcas estão na fase final de higienização de suas redes, em que focaram na renegociação de contratos com franqueados que não estavam indo bem e devem retomar o crescimento em 2017 com novos formatos e mais unidades nas mãos de franqueados de sucesso.

 

  1. Alguma novidade ou tendência está invadindo este mercado e vem com tudo neste novo ano?

Erick Vils - Acreditamos que 2017 será um ano de consolidação. Bons franqueados e, obviamente, bons franqueadores, ficarão em evidência e os demais passarão por uma seleção natural. Uma tendência global são os multifranqueados, aqueles que possuem mais de uma unidade da mesma marca ou até de marcas diferentes. Isso reforça a consolidação acima, fazendo com que operações deficitárias sejam repassadas para multifranqueados que já demonstraram competência na operação. No mesmo caminho, deve haver uma fusão de franqueadores, criando holdings de franchising com várias marcas e que utilizem estruturas compartilhadas para reduzirem custos. Ao acompanhar o desenvolvimento desse cenário, a Solutto apresenta suporte a redes multimarcas e também a multifranqueados. Novos formatos de unidades menores devem continuar a surgir, alcançando novos franqueados que nunca empreenderam, que eram funcionários e agora se veem sem emprego, buscando a operacionalização de um negócio próprio. Quanto às modas que o franchising sempre lança, como ocorreu com o frozen iogurte, cupcakes, esmalterias, paleterias e tantas outras, acreditamos que 2017 será mais difícil para formatos não testados. Isso ocorre porque alguns projetos novos de franqueadoras já existentes foram suspensos provisoriamente e devem sair para o mercado apenas em 2018.

 

  1. Quais as melhorias e novos benefícios a Solutto trará para os seus usuários em 2017?

Erick Vils - A Solutto tem se tornado cada vez mais uma parceira das redes que adotam a ferramenta. Várias inovações de 2016 foram no sentido de melhorarem não só o software, mas também a forma como as unidades e as franqueadoras cobram seus clientes, selecionam seus candidatos, entregam suas obrigações fiscais, divulgam sua marca, treinam seus colaboradores etc. Para 2017, muitas inovações virão na forma de cobrar em cartão de crédito, principalmente as redes que precisam cobrar mensalidades recorrentes ou as que desejam cobrar parcelado sem que o limite do cartão de crédito do cliente seja bloqueado. Também continuaremos com o lançamento de mais aplicativos para áreas específicas das franqueadoras, como a consultoria de campo e os dashboards no celular dos gestores. O módulo de extranet está sendo constantemente evoluído e, neste ano, deve ganhar novidades fortes na área de treinamento remoto e nas solicitações de peças de marketing.

 

  1. Qual mensagem vocês deixam para aqueles que decidirem entrar no mercado de franchising neste ano, seja como franqueado ou como franqueador?

Gilberto Mendes - A dica que sempre damos para quem quer abrir uma franquia é: pesquise muito e converse sempre com os atuais franqueados da rede que você procura. Não apenas com um franqueado, mas dê preferência para uma dezena deles. Você conhecerá o verdadeiro DNA da marca e a qualidade do franqueador se conversar com seus franqueados.

Erick Vils - Para franqueadores, a dica é parecida: ouça seus franqueados e ajude-os a caminharem sozinhos, porém dentro dos padrões estabelecidos.  E, para quem pensa em ser franqueador, tenha em mente que gerir uma franqueadora é bem diferente de operar lojas próprias. E, claro, franqueie algo que está comprovadamente dando certo. Franquear requer muita organização, foco, profissionalização do processo de replicação e muito tempo investido em relacionamento com a rede.

 

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