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29
JAN
2016
ABF divulga que franchising cresceu 8,3% em 2015
Franquias brasileiras cresceram em 2015 em vários aspectos, mesmo em um ano de retração econômica

A Associação Brasileira de Franchising (ABF) divulgou os números consolidados do franchising brasileiro no ano de 2015.

A Solutto comenta alguns dos indicadores do mercado de franquias, através da análise feita pelos diretores Gilberto Mendes e Erick Vils, que vivenciam de perto o mercado de franquias há mais de 12 anos.

"Um dos principais indicadores é a soma do faturamento bruto das redes de franquia no ano de 2015. Em uma análise rápida, percebe-se o crescimento de 8,3% no ano, mas é importante salientar que este indicador da ABF não desconta a inflação, que em 2015 foi de 10,67% segundo índice IPCA divulgado pelo IBGE. Após descontada inflação, pelo menos no quesito faturamento bruto, o mercado de franquias teve uma retração de 2,37%.", comenta Erick Vils, diretor de operações da Solutto.

 

 

Para Gilberto Mendes, diretor comercial, o número de marcas franqueadoras continua crescendo, mas a um ritmo bem mais modesto do que foi observado até 2013. "Converter um negócio existente em uma franqueadora de sucesso exige um investimento alto e muito esforço na formatação de processos e na criação de uma equipe especializada em expandir e replicar a nova franquia. Em tempos de crise ou incerteza, é natural que esse ritmo diminua.", analisa Mendes.

 

Um dos indicadores mais animadores que mostra a força do franchising, mesmo em um ano complicado, é o crescimento no número de unidades. "Um número de unidades franqueadas crescente nos anima, pois isso é um dos principais fatores de geração de empregos diretos e indiretos, além da mobilização de fornecedores necessários à inauguração de uma unidade, como os envolvidos na obra de adequação e até os de sistemas e tecnologia, que é o nosso caso.", complementa Vils.

 

A consequência positiva do crescimento no número de unidades é a geração de empregos diretos e formais que em 2015 registrou um aumento de 8,5% se comparado ao ano de 2014.

Uma análise mais aprofundada e a tendência do setor

Se confrontarmos o faturamento bruto das redes com o número de redes, perceberemos que o faturamento médio de cada rede cresceu, mas ao descontar a inflação de 2015, passamos a ter um faturamento médio bruto de R$ 40,6 milhões em 2015 contra R$ 43,8 milhões em 2014. "Isso indica claramente que agora temos mais redes franqueadoras, mas estas precisam estar mais enxutas para entregarem seus serviços de suporte, inovação, consultoria de campo e marketing às suas unidades.", afirma Vils.

Outro número que pode ser comparado é o faturamento médio das unidades franqueadas. Em 2015 o faturamento bruto médio de uma unidade de franquia foi de R$ 1.009.035 (sem descontar a inflação de mais de 10%) enquanto em 2014 a média era R$ 1.025.748 por unidade. Isso mostra que o mercado está mudando para um perfil de unidades menores e consequentemente com faturamento bruto menor do que nos anos anteriores. "Isso é um fenômeno normal e previsível, uma vez que muitas das novas redes são microfranquias e puxam essas médias para baixo", complementa Mendes ao analisar esses número e afirmar que isso não é necessariamente um fator com que se preocupar.

 

Os relatório completo divulgado pela ABF pode ser encontrado aqui.

Fonte: ABF - Associação Brasileira de Franchising

 

 

 

 



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